Tipos de Jejum
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Conheça a música: “No peito eu levo uma cruz” para peregrinação da cruz da JMJ
Para acompanhar a
peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora pelas dioceses
brasileiras em preparação para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de
2013, no Rio de Janeiro, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude
(CEPJ), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria
com gravadoras católicas, está lançando o primeiro dos três CDs
especiais da JMJ 2013.
Intitulado “No
peito eu levo uma cruz”, este primeiro álbum é uma coletânea de13
canções já consagradas entre os católicos sobre o tema da cruz e de
Nossa Senhora, interpretadas por vozes como Ziza Fernandes, Zé Vicente,
padre Fábio de Melo, entre outros. Mas o destaque do disco é a
regravação da canção “Nova geração”, do padre Zezinho, cujo refrão dá
nome ao CD. Há também uma faixa interativa com fotos, partituras, e o
videoclipe da música tema.
Esta canção começa com a voz do compositor, em sua primeira gravação, na década de 70.
Em seguida, a
música continua nas vozes de cantores dos mais diferentes estilos
musicais de várias partes do país, concluindo novamente com a voz do
autor, quase 40 anos depois, cantando a frase: “Eu creio na força do
jovem que segue o caminho o caminho do Cristo Jesus”. Em seguida, refrão
é cantado por todos os músicos no ritmo do samba característico da sede
da próxima JMJ.
ASSISTA AO VÍDEO:
A gravação dessa
canção aconteceu no histórico encontro entre músicos católicos na sede
da gravadora Paulinas-Comep, em São Paulo, em 21 de junho. Nesta
ocasião, mais de 80 músicos de expressão nacional partilharam
experiências na missão de evangelizar pela música e também participaram
de um momento de formação.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2011.
Ontem dia 23 de outubro de 2011, a Igreja Católica celebrou o dia mundial das missões em 2011, e foi lançado a mensagem do papa Bento XVI.
O papa reitera na mensagem que a evangelização é uma dimensão essencial da Igreja e uma tarefa urgente hoje, pois a secularização faz com que muitas pessoas vivam como se Deus não existisse.
"O Evangelho não é uma propriedade exclusiva de quem o recebeu, mas um dom a ser partilhado e comunicado", sublinha o papa, reiterando que todo batizado é chamado a levar a todos a Boa Nova do Evangelho.
Bento XVI ressalta que aumenta o número de pessoas que, tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram e abandonaram. "Está em andamento uma mudança cultural, alimentada pela globalização e pelo relativismo, uma mudança que leva a um estilo de vida que exclui a mensagem do Evangelho e exalta a busca do bem-estar, do dinheiro fácil, da carreira e do sucesso como objetivo de vida, mesmo em detrimento dos valores morais", disse.
O Santo Padre convida os fiéis a responderem à vocação missionária, resposta esta essencial para a vida da Igreja. "A obra evangelizadora é essencial para a Igreja e não pode ser considerada simplesmente como uma das várias atividades pastorais".
Referindo-se a Paulo VI, a mensagem ressalta que a animação missionária dá uma atenção particular à
solidariedade. "É inaceitável que a evangelização transcure as questões relativas à promoção humana, justiça e libertação de todas as formas de opressão, obviamente, respeitando a autonomia da esfera política. Ignorar os problemas temporais da humanidade significa esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que está sofrendo", frisa Bento XVI.
O Dia Mundial das Missões "é um chamado a revigorar em cada pessoa o desejo e a alegria de ir ao encontro da humanidade levando a todos, Cristo", conclui a mensagem.
fonte: blog vem conosco vem
fonte: blog vem conosco vem
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Pequena miss sunshine
Todos os pais
acreditam ser a sua prole o suprassumo da humanidade. São os filhos mais
bonitos do mundo, inteligentes demais para idade, talentosos com a
bola. É normal, chama-se corujice, e lá no começo da humanidade deve ter
sido importante para proteger os filhos e garantir a existência da
espécie.
Até aí tudo bem. Até é fofo ver os pais babarem por seus filhos e nos bares enaltecerem as qualidades deles, como já declinam verbos de maneira correta, como a meleca é mais verdinha. Mas tenho a impressão que isso vem passando dos limites do razoável. Já tinha me chocado com um programa sobre concursos infantis que passa em um canal de TV a cabo. As meninas se vestem, desfilam, respondem a perguntas como se fossem verdadeiras mulheres, candidatas a miss universo em potencial. Tem até concurso de talentos.
Desde o primeiro instante aquilo me chocou. Achei bizarro como mães e pais projetam nos seus filhos sonhos que povoaram as suas mentes quando eram jovens. A criança, parece, passa a ter o mesmo sonho dos pais, procura corresponder às expectativas nela depositada.
A cada episódio, chororôs e acusações de manipulação de resultados. Frustrações, muitas frustrações. A esta altura já não se sabe mais quem é a pessoa mais triste, a mãe — ao tomar contato com a realidade de que algumas pessoas (tolas, claro) não acham a filha dela a mais bonita, talentosa, simpática e inteligente de todo o mundo — ou a criança, que de tanto elogio parental, passou a acreditar nas mesmas coisas que a mãe.
Até aqui tudo bem, diria um filme. Mas, segundo a velha e pétrea Lei de Murphy, nada é tão ruim que não possa piorar.
Ao depositarem seus sonhos e desejos nas costas dos filhos, os adultizam precocemente. Acham, por exemplo, normal seios postiços em crianças de quatro anos. Querem as transformar em verdadeiras mulheres de 4 anos de idade. Ou, ainda, pôr botox na belezura de 8 anos de idade e dar cirurgias plásticas de presente para adolescentes.
Não se questionam padrões, se submetem a eles. Não se questionam padrões, submetem a eles suas lindas filhas. Temos, assim, toda uma geração de crianças hipersexualizadas (correspondendo aos desejos dos pais) e extremamente frustradas por não conseguirem correspndê-los.
Jogadas desde cedo num mundo brutal e hipercompetitivo, o que serão delas? O que, de fato, estamos criando?
Por Walter Hupsel | On The Rocks – 13 horas atrás
Até aí tudo bem. Até é fofo ver os pais babarem por seus filhos e nos bares enaltecerem as qualidades deles, como já declinam verbos de maneira correta, como a meleca é mais verdinha. Mas tenho a impressão que isso vem passando dos limites do razoável. Já tinha me chocado com um programa sobre concursos infantis que passa em um canal de TV a cabo. As meninas se vestem, desfilam, respondem a perguntas como se fossem verdadeiras mulheres, candidatas a miss universo em potencial. Tem até concurso de talentos.
Desde o primeiro instante aquilo me chocou. Achei bizarro como mães e pais projetam nos seus filhos sonhos que povoaram as suas mentes quando eram jovens. A criança, parece, passa a ter o mesmo sonho dos pais, procura corresponder às expectativas nela depositada.
A cada episódio, chororôs e acusações de manipulação de resultados. Frustrações, muitas frustrações. A esta altura já não se sabe mais quem é a pessoa mais triste, a mãe — ao tomar contato com a realidade de que algumas pessoas (tolas, claro) não acham a filha dela a mais bonita, talentosa, simpática e inteligente de todo o mundo — ou a criança, que de tanto elogio parental, passou a acreditar nas mesmas coisas que a mãe.
Até aqui tudo bem, diria um filme. Mas, segundo a velha e pétrea Lei de Murphy, nada é tão ruim que não possa piorar.
Ao depositarem seus sonhos e desejos nas costas dos filhos, os adultizam precocemente. Acham, por exemplo, normal seios postiços em crianças de quatro anos. Querem as transformar em verdadeiras mulheres de 4 anos de idade. Ou, ainda, pôr botox na belezura de 8 anos de idade e dar cirurgias plásticas de presente para adolescentes.
Não se questionam padrões, se submetem a eles. Não se questionam padrões, submetem a eles suas lindas filhas. Temos, assim, toda uma geração de crianças hipersexualizadas (correspondendo aos desejos dos pais) e extremamente frustradas por não conseguirem correspndê-los.
Jogadas desde cedo num mundo brutal e hipercompetitivo, o que serão delas? O que, de fato, estamos criando?
Por Walter Hupsel | On The Rocks – 13 horas atrás
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O fundamento do amor.
Amando ou não amando
eis a questão
o que é amor?
será do coração ?
ou simplesmente ilusão
O Amor se fundamenta
na vida daquele que o vive
mas onde o encontrar?
que fundamento é este?
Não existe amor sem vontade
Não existe amor sem coração
Não existe amor no ódio
Não existe amor na ilusão
Ele não é simplesmente um paradigma
nem substancial
é real e existe em nós.
O Amor é o próprio Cristo
e também reflexo em nós da criação
Somos frutos de um amor
testemunhado pela Cruz
e pelo sangue
Amor não é simplesmente amar
é também uma prova de vida
que se dá.
Assim o Senhor o fez
com seu corpo e sangue nos refez
para a graça do Pai Alcançar
e para que no céu
pudéssemos morar!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Igreja Católica lança mangá do Papa Bento XVI
Depois da criação do site Pope2you.net com aplicativos para Facebook
e iPhone, e um canal de vídeos no Youtube, o Papa agora virou mangá em
gibi.É isso mesmo, a autoridade máxima da Igreja Católica aparece sorridente e cercada de adolescentes em revista que será distribuída na Jornada Mundial da Juventude, projeto de iniciativa de seu antecessor, o Papa João Paulo II (1920-2005).
A Jornada Mundial da Juventude rola em Madri, na Espanha, entre 16 e 21 de agosto, reunindo cerca de 300 mil pessoas para acompanhar 100 espetáculos de todo o mundo. Seis atrações brasileiras estão confirmadas no evento: Rosa de Saron, Dominus, Irmã Kelly Patrícia, Márcio Cruz, Ministério Eucarístico e Comunidade Católica Shalom.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Nossa Senhora
Você sabe em que país começou a devoção à Nossa Senhora?
Todo espaço é pouco para conter o que Deus fez pela Igreja se valendo da alma francesa, isto é a “gesta Dei per francos”.Mas, há um ponto em que toda comparação é fraca: a França foi por excelência a terra da devoção a Nossa Senhora.
É para Ela que os francos ergueram suas melhores catedrais como as de Chartres ou Paris. Só em Chartres contam-se 179 imagens da Mãe de Deus por dentro e por fora.
Foi na França que Deus fez nascerem os campeões da devoção à Santíssima Virgem. Santo Odilon, abade de Cluny, em pleno século XI já praticava a devoção a Nossa Senhora que séculos mais tarde um outro francês, São Luis Maria Grignion de Montfort, desenvolveu com perfeição: a escravidão de amor à Santíssima Virgem.
O
Beato Adhémar, bispo do Puy, Legado pontifício na I Cruzada, na hora
de partir para a conquista do Santo Sepulcro compôs o hino da santa
expedição guerreira. Qual foi? Pois bem, o leitor o conhece e o canta
tão bem ou melhor que nós: a Salve Regina!No século seguinte, o Doutor Melífluo, São Bernardo de Claraval outro pregador das cruzadas, completou-o com as três invocações finais: “O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria!”
Quem cantou as glórias de Nossa Senhora como o admirável São Bernardo? Quem atingiu o patamar de amor que transluz no “Lembrai-vos” por ele escrito?
Quando Nossa Senhora quis dar à Igreja seus instrumentos de salvação, escolheu a França. Ela deu o santo rosário ‒ aliás, a Santo Domingos de Gusmão, um santo espanhol ‒ como meio certo de levar à vitória a cruzada dos católicos franceses contra os heréticos cátaros no século XIII.
jlnepo:
terça-feira, 28 de junho de 2011
Vaticano cria portal de notícias
Serão assuntos como documentos eclesiásticos e históricos, hoje disponíveis na página do Vaticano e notícias referentes à Igreja Católica.
No portal, haverá espaço para as reportagens da Rádio Vaticano, do Centro Televisivo do Vaticano e do Vatican Information Service, além da agência missionária Fides. “Ao contrário de alguns estereótipos, a Santa Sé, o papa e a Secretaria de Estado [da Igreja Católica] são muito sensíveis às comunicações”, disse o diretor do Observatório Romano, Giovanni Maria Vian.
Em maio, o Vaticano anunciou a decisão de passar a colaborar com 150 blogs, além de redes sociais, como o Facebook e o YouTube.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Creio em Deus, Pai Todo-Poderoso
Creio em Deus, Pai Todo-Poderoso
Os que crêem falam com Deus. Procuram palavras que exprimam a grandeza de Deus e expliquem que Ele é diferente: Tu és Santo, Tu és Glorioso, Tu és o Altíssimo. Prostram-se a seus pés e adoram-no.
Muitos justos, dos quais fala o Antigo Testamento, acreditam que aquele que vir a Deus face a face morrerá necessariamente. Mas o Antigo Testamento conhece homens cujo maior desejo é contemplar o rosto de Deus. São homens que tudo o que desejam é estar com Deus, porque acreditam, com fé, que o homem não pode ser feliz se não está junto de Deus. Acreditam que Deus castiga o pecado, mas sabem igualmente que o seu amor e a sua misericórdia são imensamente maiores do que a sua ira.
Eles dizem: Deus não quer humilhar-nos. Deus não amedronta as pessoas. Ele ama-as e quer ser amado. Ele diz de Si mesmo: "Como uma mãe consola o seu filho, assim Eu vos consolarei" (Is 66,13). E também: "Chamar-Me-ás 'Meu Pai' e não te afastarás de Mim" (Jr 3,19). Um justo que conhece bem a Deus, diz: "Tal como um pai se compadece de seus filhos, assim o senhor Se compadece dos que O temem" (Sl 103,13).
Que Deus nos pareça, por vezes, afastado, estranho e inacessível, faz parte do mistério do seu amor. E também que Ele nos faça sentir que os seus pensamentos e os seus caminhos não são os nossos (cf. Is 55,8).
Quando os poderes do mal prevalecem, Deus pode parecer-nos, por vezes, impotente. E, no entanto, quando sentimos faltar-nos as forças, ainda é válida a palavra que o enviado de Deus dirigiu a Abraão que duvidava - sendo ancião de noventa anos de idade - que fosse possível nascer-lhe um filho: "A Deus nada é impossível". É a mesma palavra que o anjo diz a Maria na Anunciação.
Aos que estão cansados de tanto trabalho, Deus sai ao seu encontro tomando-os nos seus braços. Procura os que estão sós e senta-Se a seu lado, como uma mãe. Enxuga as lágrimas dos que já perderam a esperança. Tranquiliza os que têm dúvidas. O seu sorriso anima os desencorajados. Nada nem ninguém é capaz de resistir a Deus. O seu braço nunca é demasiado curto para ajudar. É isto principalmente o que queremos dizer quando afirmamos: Deus é todo-poderoso. Todo-poderoso para ajudar, para perdoar e para fazer o bem. Todo o mal é estranho à sua natureza.
O amor de Deus é como uma mão à qual nos podemos agarrar, como um luz que brilha na noite e nos indica o caminho. |
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Supremo Absurdo
(contrariando a Constituição, STF reconhece “união estável” entre pessoas do mesmo sexo)A Constituição Federal de 1988 reconheceu como entidade familiar a “união estável” entre o homem e a mulher:
Art. 226, § 3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
Conforme reconhece o ministro Ricardo Lewandowski, “nas discussões travadas na Assembleia Constituinte a questão do gênero na união estável foi amplamente debatida, quando se votou o dispositivo em tela, concluindo-se, de modo insofismável, que a união estável abrange, única e exclusivamente, pessoas de sexo distinto”[1]. Logo, sem violar a Constituição, jamais uma lei poderia reconhecer a “união estável” entre dois homens ou entre duas mulheres. De fato, o Código Civil, repetindo quase literalmente o texto constitucional, reconhece a “união estável” somente entre o homem e a mulher:
Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
A não ser que se reformasse a Constituição, os militantes homossexualistas jamais poderiam pretender o reconhecimento da união estável entre dois homossexuais ou entre duas lésbicas. Isso é o que diz a lógica e o bom senso.
No julgamento ocorrido em 4 e 5 de maio de 2011, no entanto, o Supremo Tribunal Federal, ferindo regras elementares da coerência lógica, reconheceu por unanimidade (!) a “união estável” entre duplas homossexuais.
Naqueles dias foram julgadas em conjunto duas ações: a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132) proposta em 2008 pelo governador Sérgio Cabral, do Estado do Rio de Janeiro e a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 (ADI 4277) proposta em 2009 pela vice-Procuradora Geral da República Débora Duprat, na época exercendo interinamente o cargo de Procuradora Geral da República. O que ambas as ações tinham em comum era o pedido de declarar o artigo 1723 do Código Civil inconstitucional a menos que ele fosse interpretado de modo a incluir as duplas homossexuais na figura da “união estável”. O pedido, por estranho (e absurdo) que fosse, foi acolhido pelo relator Ministro Ayres Britto e por toda a Suprema Corte. Foi impedido de votar o Ministro Dias Toffoli, que já havia atuado no feito como Advogado Geral da União (em defesa da “união” homossexual, é óbvio). Dos dez restantes, todos votaram pela procedência do pedido. Acompanhemos o raciocínio do relator Ayres Britto.
Segundo ele, o texto do artigo 1723 do Código Civil admite “plurissignificatividade”[2], ou seja, mais de um significado. O primeiro (e óbvio) significado é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estávelsomente entre um homem e uma mulher, excluindo a união de pessoas do mesmo sexo. O segundo significado (contenha-se para não rir) é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estável, por exemplo, entre um homem e uma mulher, mas sem excluir as uniões homossexuais. Para Ayres Britto, a primeira interpretação é inconstitucional, por admitir um “preconceito” ou “discriminação” em razão do sexo, o que é vedado pela Constituição Federal (art. 3º, IV). Somente a segunda interpretação, por ele descoberta (ou criada) é constitucional. Concluiu então seu voto dizendo: “dou ao art. 1.723 do Código Civil interpretação conforme à Constituição para dele excluir qualquer significado que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como ‘entidade familiar’, entendida esta como sinônimo perfeito de ‘família’. Reconhecimento que é de ser feito segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva”[3].
Uma das consequências imediatas do reconhecimento da “união estável” entre pessoas do mesmo sexo é que tal união poderá ser convertida em casamento, conforme o artigo 1726 do Código Civil: “A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil”. De um só golpe, portanto, o Supremo Tribunal Federal reconhece a “união estável” e o “casamento” de homossexuais!
Para se avaliar quão disparatada é essa decisão, observe-se que, embora a “união estável” e o casamento sempre ocorram entre um homem e uma mulher, não ocorrem entre qualquer homem e qualquer mulher. Não pode haver casamento, por exemplo, entre irmão e irmã, entre pai e filha ou entre genro e sogra. Esses impedimentos baseados na consanguinidade e na afinidade (art. 1521, CC) aplicam-se também à “união estável” (art. 1723, § 1º, CC). A diversidade dos sexos é necessária, mas não basta. Não se reconhece “união estável” entre um homem e uma mulher “impedidos de casar” (art. 1727).
Será que os Ministros do STF considerariam inconstitucionais estas proibições do casamento de parentes próximos? Em outras palavras: é “preconceituosa” e “discriminatória” a lei que proíbe as uniões incestuosas? Parece que a resposta seria afirmativa. Pois embora o incesto seja uma perversão sexual, ele ainda está abaixo do homossexualismo, que foi admitido pela Suprema Corte como meio de constituição de uma “família”.
E quanto à pedofilia? Seria sua proibição um simples “preconceito de idade”? Esse é o argumento da associação NAMBLA de pedófilos dos Estados Unidos[4], que usa a palavra “ageism” (“idadismo” ou etarismo) para criticar a proibição de praticar atos homossexuais com crianças.
Andemos adiante. Quando a Constituição fala que “todos são iguais perante a lei” (art. 5º) não diz explicitamente que este “todos” se refere apenas aos seres humanos. Estariam os animais aí incluídos? Seria, portanto, inconstitucional a proibição de uma “união estável” ou de um “casamento” entre uma pessoa e um animal? O bioeticista australiano Peter Singer usa o termo “especismo” para designar o “preconceito” e “discriminação” contra os animais em razão de sua espécie. Num futuro próximo, não só a pedofilia, mas também a bestialidade (prática sexual com animais) poderia ser admitida com base no mesmo argumento que admitiu a “família” fundada no homossexualismo.
Discriminação contra os castos
Imagine-se que dois amigos compartilhem a mesma habitação a fim de fazerem um curso universitário. Enquanto eles viverem castamente, não terão qualquer direito especial. Se, porém, decidirem praticar entre si o vício contra a natureza de maneira “contínua, pública e duradoura”, constituirão, se quiserem, uma “família”, com todos os direitos a ela anexos. A decisão do STF constitui um privilégio para o vício em detrimento dos que vivem a castidade.
Perda da segurança jurídica
Com o golpe de 4 e 5 de maio de 2011, o Estado brasileiro perdeu toda a segurança jurídica. Se a Suprema Corte reserva a si o direito não só de legislar (o que já seria um abuso), mas até de reformar a Constituição, mudando o sentido óbvio de seu texto em favor de uma ideologia, todo o sistema jurídico passa a se fundar sobre a areia movediça. A vergonhosa decisão demonstrou que a clareza das palavras da Constituição não impede que os Ministros imponham a sua vontade, quando conflitante com o texto constitucional.
A Frente Parlamentar em Defesa da Vida – contra o Aborto – pretende apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acrescente as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, caput, que trata da inviolabilidade do direito à vida. Em tese, essa emenda, se aprovada, sepultaria toda pretensão abortista no país. Isso se pudéssemos contar com a seriedade da Suprema Corte. Essa seriedade, porém, foi perdida com a admissão das “uniões” homossexuais. É de se temer que, mesmo diante da expressão “desde a concepção”, alguns Ministros do STF inventem uma peculiar “interpretação” do texto que não exclua o direito ao aborto.
Caso inédito
A monstruosidade lógica do julgamento da ADPF 132 / ADI 4277 ultrapassa tudo o que se conhece de absurdo em alguma Corte Constitucional. É verdade que a sentença Roe versus Wade, emitida em 22 de janeiro de 1973 pela Suprema Corte dos EUA, declarou inconstitucional qualquer lei que incriminasse o aborto nos seis primeiros meses de gestação. Esse golpe foi dado com base no direito da mulher à privacidade e na negação da personalidade do nascituro. No entanto, a decisão não foi unânime. Dos nove juízes, houve dois que se insurgiram contra ela. No Brasil, porém, para nosso espanto e vergonha, não houve dissidência. Todos os membros do STF admitiram enxergar uma inconstitucionalidade que não existe no artigo 1723 do Código Civil.
Isso faz lembrar o conto “A roupa nova do imperador”, cujos tecelões afirmavam que só não era vista pelos tolos. Enquanto o monarca desfilava com camiseta e calça curta, todos – com exceção de uma criança – se diziam admirados com a beleza da inexistente roupa. Desta vez, os Ministros, temerosos de serem considerados não tolos, mas “preconceituosos”, “retrógrados” e “homofóbicos” acabaram todos por enxergar uma inconstitucionalidade inexistente. Espera-se o grito de alguma criança para acabar com a comédia.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
CATEDRAL DIVULGA CONVITE PARA FESTA DE SANTO ANTONIO 2011
Dom
Eduardo Zielski(bispo Diocesano), Monsenhor Paulo Mateus(Pároco da
Catedral de Santo Antonio) divulgam convite da Festa de Santo Antonio e
anunciam que já começaram os preparativos para os Festejos do
Glorioso Santo Antonio em Campo Maior -PI, que iniciará no dia 31 de
maio, com a tradicional procissão com a Imagem eo Mastro de Santo
antonio, partindo do Colégio Patronato, com destino a Igreja
Matriz(Catedral), onde é declarado oficialmente aberta a trezena de
Santo Antônio, finalizando dia 13 de junho.
CRISTIANE: PASCOM DIOCESANA
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Os católicos de hoje são como os funcionários públicos, e não como os protestantes
"E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja;
as portas do inferno não prevalecerão contra ela." São Mateus 16, 18.
Os católicos de hoje se parecem
com os funcionários públicos! A afirmação pode soar irônica para aqueles
que já se decepcionaram com os serviços públicos, ou para aqueles que
sabem como é 'vantajoso' ser funcionário público. Para alguns desses
funcionários pode soar preconceituosa, e a estes peço desculpa e licença
para continuar a comparação.
Veja bem, olhe direito e compare
os católicos de hoje com os funcionários públicos. Os católicos, pelo
fato de terem a garantia dada por nosso Senhor Jesus Cristo a Pedro de
que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Matheus 16,18),
se sentem erroneamente na confortável condição de simples apreciadores e
expectadores inertes, como dizia o beato Anacleto González Flores. Pela
confiança na afirmação de que nada pode nem irá destruir a Igreja, os
católicos se lançam no descaso e descompromisso de não fazer nada para
sustentá-la nem para edificá-la. Sentem-se como funcionários públicos
dentro da Igreja e se dão ao luxo de usufruí-la pacifica e
convenientemente de acordo com sua disposição sentimental, de agenda e
horário ou outro fator. Colocam-se como simples expectadores assistindo a
Igreja caminhar e fazem o mínimo esforço necessário para não se
desvincularem e se manterem no 'quadro efetivo' da Igreja.
Se a compararmos agora os
católicos com os protestantes nós simplesmente tomaríamos um 'coro'.
Quantas seitas protestantes abrem suas 'portas' em cada esquina de nosso
Brasil. Antes de criticarmos, devemos olhar o porque desse sucesso.
Além da carência sentimental e espiritual que vemos hoje, as pessoas,
por possuírem má formação, seja católica ou não, não conseguem
distinguir o joio do trigo. As seitas protestantes utilizam
extraordinariamente de estratégias para 'conquistar' novos fiéis e
manter os antigos. Utilizam o marketing, com outdoors, panfletos,
cartazes; o relacionamento social entre as pessoas; a internet; a
música; a televisão; rádio etc. para 'vender seu peixe'. Os católicos,
em contrapartida, estão percebendo que estas estratégias rendem frutos e
começam, mesmo que atrasados, a explorá-la.
sábado, 23 de abril de 2011
O SÁBADO SANTO E O SENTIDO DA PÁSCOA
No Sábado Santo,
com a chegada da noite, entramos no coração das celebrações da Semana
Santa! É a hora da Grande Vigília, a Vigília Pascal, que Sto. Agostinho
(+ 430 d.C.) chamava a Mãe de todas as Vigílias!
Para os primeiros Cristãos, a Páscoa não era apenas uma Festa entre
tantas outras, mas era a Festa das Festas! É assim que é até hoje! A
maior Festa da Igreja Católica não é a Festa do Padroeiro (a), mesmo de
Nossa Senhora! Não é a Festa do Natal, que é o começo de nossa
Salvação! Não é a Festa de Pentecostes, que é complemento da Páscoa! A
maior Festa da Igreja Católica é a Festa da Páscoa! Somos uma Igreja
Pascal!
A Liturgia da Vigília Pascal, riquíssima, divide-se em quatro partes:
1) Bênção do Fogo e do Círio Pascal, que simbolizam o Cristo Ressuscitado;
2) Liturgia da Palavra, com várias leituras do Antigo e Novo Testamento, que resumem a História da Salvação;
3) Liturgia Baptismal: na Igreja Primitiva, o Baptismo dos Catecúmenos Adultos era feito na Vigília Pascal, depois de longa preparação;
4) Liturgia Eucarística: segue-se, então a Missa com procissão das Ofertas.
Eis uma pergunta que sempre é feita: porque é que a Festa da Páscoa é
móvel: não cai sempre no mesmo dia de um mês? A Resposta: - porque os
Cristãos herdaram dos Judeus a data da Páscoa, que é no Domingo depois
da primeira Lua Cheia da Primavera (na Europa e no Ocidente). Para nós,
no Hemisfério Sul, a Páscoa é no Domingo depois da primeira Lua Cheia
do Outono. Com a Páscoa variam as Festas da: Ascensão do Senhor,
Pentecostes, Corpus Christi (Corpo de Deus) e Sagrado Coração de Jesus.
A Páscoa tal como a celebramos hoje
Após uma disputa seríssima sobre o assunto entre a Igreja do Oriente e
do Ocidente, venceu Roma pelo Concílio de Niceia em 325. Tudo começa
com a controvérsia Quartodecímana, ou do décimo quarto dia, a disputa
sobre a celebração da Páscoa lançou a Igreja da Ásia Menor contra a
Igreja de Roma. A Igreja Oriental comemorava a Páscoa com uma vigília
na mesma noite em que se celebrava a Páscoa judaica, independentemente
do dia da semana em que caía. O costume romano também observado em
alguns lugares da Ásia Menor, defendia que a Páscoa caía no domingo
seguinte da Páscoa judaica. Após longas disputas e discussões sem
conclusões absolutamente nenhumas e com uma grande confusão em toda a
Igreja (uns a celebrar a ressurreição outros ainda a fazer jejum...), a
Igreja de Roma, com a afirmação cada vez mais forte do bispo de Roma,
as coisas serenaram e foi definido no Concílio de Niceia em 325 a
celebração da Páscoa tal como a temos ainda hoje...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sexta-feira da Paixão do Senhor

Eu vos digo com toda a verdade, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, ficará só; mas, se morrer, produzirá muito fruto” (Jo 12,24).
Meus irmãos e minhas irmãs,
Hoje é o único dia do ano litúrgico em que não se celebra a Santa Missa. A Igreja está de luta, na celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Igreja está em recolhida oração. Hoje é dia de penitência. Dia de jejum. Dia de abstinência de carne. Dia em que cada um de nós deve voltar seus pensamentos para o Calvário, há dois mil anos, e participar dos sofrimentos atrozes vividos pelo Redentor da Humanidade.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
5ª Feira Santa
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João:
Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. No decorrer da ceia, tendo já o Demónio metido no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, a ideia de O entregar, Jesus, sabendo que o Pai Lhe tinha dado toda a autoridade, sabendo que saíra de Deus e para Deus voltava, levantou-Se da mesa, tirou o manto e tomou uma toalha, que pôs à cintura. Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a enxugá-los com a toalha que pusera à cintura. Quando chegou a Simão Pedro, este disse-Lhe: «Senhor, Tu vais lavar-me os pés?». Jesus respondeu: «O que estou a fazer, não o podes entender agora, mas compreendê-lo-ás mais tarde». Pedro insistiu: «Nunca consentirei que me laves os pés». Jesus respondeu-lhe: «Se não tos lavar, não terás parte comigo». Simão Pedro replicou: «Senhor, então não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça». Jesus respondeu-lhe: «Aquele que já tomou banho está limpo e não precisa de lavar senão os pés. Vós estais limpos, mas não todos». Jesus bem sabia quem O havia de entregar. Foi por isso que acrescentou: «Nem todos estais limpos». Depois de lhes lavar os pés, Jesus tomou o manto e pôs-Se de novo à mesa. Então disse-lhes: «Compreendeis o que vos fiz? Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou. Se Eu, que sou Mestre e Senhor, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, assim como Eu fiz, vós façais também».
Palavra da salvação.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Quarta Feira Santa !
17No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” 18Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?”
23Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” 25Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”."(Mateus 26,14-25)
Hoje, mais uma vez, Jesus vem nos falar da
Traição de Judas... porque ? Para que possamos vigiar com o Cristo, para
que vivamos atentos com as nossas vidas... somos pacíveis de erros,
temos grande oportunidade para se tornar um traidor como Judas. Fazendo
de nossa vida uma vida estritamente pecaminosa, uma vida consagrada ao
mal. Cristo vem nos alertar , para que vigiemos, isto é não é apenas uma
exortação para Judas, e sim para nós, para observarmos a nossa vida,
observarmos a nossa conduta diante da nossa vida Cristã !
Jesus, não deseja que nós nos perdemos nesta vida, afinal
todo seu sacrifício , foi para nos dar vida e vida em abundância ! Deste
modo, Cristo vem nos exortar para que vivamos seus mandamentos,
tenhamos uma vida digna e santa diante do seu amor ! Assim teremos uma
vida abundante da Graça, do amor, da misericórdia ! Ontem ouvi meu
grande Pai e Pastor Dom João Evangelista Martins Terra dizendo : "
Quando não amamos o nosso irmão, é ai que vedemos a Cristo por Trinta
moedas ". Isso cai como luva em nossas mãos, pois tanto Cristo nos pediu
para amar , receber os pequeninos, perdoar quem nos ofende, amar quem
nos odeia, tudo isso foi ensinado pelo próprio Senhor! E por isso friso,
necessitamos vigiar nossa conduta Cristã ! Para vermos se somos
verdadeiros apóstolos, ou se somos verdadeiros Judas, que caminha com o
Cristo, mais depois o entrega com um beijo !
Deus está conosco e fala sem cessar em nossa mente, em nossa
vida ! Abramos o coração para graça da Semana Santa, para este tríduo
pascoal, para que possamos morrer com Cristo , e vivenciar a graça
da ressurreição em nós , para uma vida nossa diante do amor de Deus !
Uma Santa Quarta feira, peça ao Santo Paráclito , que lhe conduza em um
caminho santo, de amor, de perdão, e discernimento e coragem !
Vinde Espírito Santo ! Amém
terça-feira, 19 de abril de 2011
TERÇA FEIRA SANTA
O dia de terça feira da última semana que Jesus
passou na terra, antes da Sua morte na cruz, foi, sem dúvida, o mais
movimentado do Seu ministério.
O dia começou bem cedo, com a saída de Jesus e Seus
discípulos de Betânia para Jerusalém, e terminou pela noite dentro, num
jantar, em Betânia, onde Maria unge Jesus para a sepultura e de onde
Judas sai, possuído por Satanás, para trair o seu Mestre, entregando-o
aos principais dos sacerdotes e capitães do templo (Lucas 22:1-6).
Pelo meio ficam as respostas dadas pelo Senhor às
ardilosas questões dos fariseus, saduceus e herodianos, sobre a sua
autoridade, ressurreição dos mortos, tributo, grande mandamento; fica
também o discurso escatológico de Jesus, a profecia da destruição de
Jerusalém, ensinos sobre a segunda vinda, condenação dos ímpios e
galardão dos salvos.
É um dia terrivelmente desgastante e que só Jesus, o Senhor, podia concretizar.
Ele foi fiel, concreto e objectivo. Nada deixou por fazer. Em breve diria:- "Está consumado".
Será que entendemos que só temos que crer na Sua Obra vicária?
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Segunda Feira Santa!
4Então, falou Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar:5“Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para dá-las aos pobres?” 6Judas falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão; ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela.
7Jesus, porém, disse: “Deixa-a; ela fez isto em vista do dia da minha sepultura. 8Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”.
9Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia, foram para lá, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Jesus ressuscitara dos mortos.10Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, 11porque por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus. (João 12,1-11)"
O domingo de Ramos
A
Semana Santa começa no domingo chamado de Ramos porque celebra a
entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da
humildade – e aclamado pelo povo simples que o aplaudia como “Aquele que
vem em nome do Senhor”.
Esse povo tinha visto
Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia há poucos dias e estava maravilhado.
Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos Profetas;
mas esse povo tinha se enganado no tipo de Messias que ele era.
Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse
arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de
Salomão.
Para deixar claro a este povo que ele
não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o
grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Ele entra
na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados,
montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um
Rei deste mundo!
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