sexta-feira, 19 de novembro de 2010

MENSAGEM DE OTIMISMO:


A ARANHA
mensagem otimismo aranha web teia igreja catolica canto da paz ordem franciscana irmas clarissas vocacao
Certa vez um homem estava sendo perseguido… Havia malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Deus faz aliança com seu povo

O PLANO DE AMOR DE DEUS, NO ANTIGO TESTAMENTO

Hoje vamos conhecer como se deu a história da formação do povo de Deus, o povo de Israel.
Após o pecado original, os homens viviam na esperança de que Deus cumprisse a Sua promessa de enviar um Salvador. Deus, então, decidiu preparar um povo, do qual deveria nascer o Messias, isto é, o Salvador.

Primeiro Deus escolheu um homem, de muita fé, chamado Abrão e lhe disse: "Abrão, sai da tua pátria, com tua família, e vai para a terra que Eu te mostrar. Farei de seus descendentes um povo muito grande" (Gn 12, 1-3)

Ora, Abrão e Sara, sua mulher, já eram velhos e Sara era estéril. Como seria possível ter descendentes?

Mas Abrão, que era homem de fé, confiou na Palavra de Deus e obediente ao seu chamado, partiu com sua família e todos os seus bens, para a Terra Prometida.

Deus, então, fez com Abrão uma aliança. Mudou seu nome de Abrão para Abraão que significa: pai de uma multidão e anuncia que ele e sua mulher teriam um filho. E um ano depois nasceu Isaac. Começou, então, a se formar o povo que Deus prometera a Abraão.

Alguns anos depois, Deus pediu a Abraão que oferecesse seu filho único e querido, em sacrifício. Abraão não entendeu e sofreu muito, mas acreditou em Deus e obedeceu. Quando estava pronto para oferecer seu filho, um anjo segurou sua mão e disse: "Abraão, não faças mal ao menino! Agora sei que temes a Deus: tu não me recusaste teu filho, teu único" (Gn 22, 12)

Deus o abençoou, por tão grande prova de fé, e fez com ele uma aliança, anunciando que da sua descendência nasceria o Salvador. (Gn 22, 1-18)

Isaac, filho de Abraão, teve dois filhos gêmeos: Esaú e Jacó. Deus lhe confirmou a promessa que havia feito a Abraão: "Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Nada temas, estou contigo. Eu te abençoarei e multiplicarei tua descendência por causa de Abraão, meu servo" (Gn 26, 24)

Jacó, neto de Abraão, viu o Senhor em sonho, que lhe disse: "Todas as nações serão abençoadas naquele que há de nascer de ti" (Gn 28)

Jacó teve 12 filhos. Deus também o abençoou e deu-lhe um novo nome: Israel. Por isso, sua descendência passou a se chamar Povo de Israel, nome com o qual são conhecidos até o dia de hoje. E a esse povo foram sempre renovadas as promessas da salvação.

José, o 11º filho de Israel, era bom e reto, era o filho predileto de seu pai, o que causava inveja a seus irmãos. Além disso, José costumava ter sonhos, nos quais os irmãos apareciam sempre se curvando diante dele, como se ele fosse o mais importante. Isso aumentava a inveja dos irmãos, que resolveram matá-lo. Um dos irmãos, porém, resolveu vendê-lo como escravo a uns mercadores que iam para o Egito. Lá, José foi preso injustamente, mas mesmo na prisão confiava nos caminhos de Deus.
Um dia, o Faraó teve um sonho que só José conseguiu interpretar, com a sabedoria que Deus lhe deu: "Sete vacas magras comiam sete vacas gordas e sete espigas secas destruíam sete espigas cheias".
José disse ao Faraó que aquele sonho era um aviso do que iria acontecer: depois de sete anos de fartura na colheita, haveria sete anos de seca.
O Faraó, então, nomeou-o vice-rei do Egito, e José organizou a colheita, para que fossem estocados os grãos nos primeiros sete anos de fartura.
Quando veio a seca, seus próprios irmãos foram ao Egito conseguir comida e José os recebeu, perdoou-os e mandou buscar seu velho pai Jacó.

Toda família de Jacó, então já muito grande, se mudou para o Egito. Aí eles se estabeleceram durante muito tempo. Então cresceram e se tornaram um povo muito numeroso.
Antes de morrer, Jacó abençoou todos os seus 12 filhos e anunciou que dos descendentes do seu 4º filho, Judá, deveria nascer aquele que era esperado por todas as nações, o Salvador Jesus.

Pense bem:

Assim como Deus chamou Abraão, Isaac e jacó, Deus chama cada uma de nós para uma missão, grande ou pequenininha.
Muitas vezes não a entendemos, não gostamos ou até achamos impossível cumpri-la.
Coragem! Tenha fé, confie no amor e na vontade de Deus para você!
Deus não se engana e nem nos engana...
Deste modo, você também poderá colaborar com o Seu plano de amor!

  
(Fonte: "Encontros de Catequese" da Catequista Sheila - www.catequistasheila.blogspot.com)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Finados: “Dia em que nos lembramos dos que estão na presença de Deus”

Em todo o mundo, amanhã, 2, a Igreja Católica celebra o Dia de Finados. Neste dia, missas são celebradas em cemitérios e nas paróquias, especialmente, na intenção dos falecidos. Em Roma, como de costume, na quinta-feira, 4, o papa Bento XVI celebra uma missa por todos os cardeais e bispos falecidos durante o ano.

“Participar desta celebração é um ato de gratidão, caridade e uma conseqüência da fé. Este é um dia em que nós nos lembramos daqueles que estão na presença de Deus. Para nós, que temos fé, a morte não tem a palavra final. A palavra final pertence à vida, porque o Senhor ressuscitou”, disse o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa.

Aos que visitam o cemitério e rezam pelos mortos, a Igreja concede indulgência plenária. “Uma vez que os fiéis defuntos, em vias de purificação, também são membros da mesma comunhão dos santos, nós podemos ajudá-los, entre outros modos, obtendo para eles indulgências, de modo que sejam libertos das penas temporais devidas por seus pecados”, recorda o Catecismo da Igreja Católica.

“Da mesma maneira que os familiares costumam, em datas especiais, lembrar e orar pelos seus mortos, a Igreja, que acredita na comunhão dos santos, não se esgota na realidade daqueles que caminham neste mundo, mas se estende aqueles que estão na casa do Pai. O corpo de Cristo é a Igreja, não somente constituída da Igreja militante, que são os que caminham, mas também da Igreja Triunfante, que insere os que estão no céu, e da Igreja padecente, que se constitui dos que ainda aguardam a manifestação gloriosa do Senhor”, explicou dom Dimas.

No dia dos mortos a liturgia indica o uso de paramentos de cor preta ou roxa e pede sobriedade na ornamentação e nos cantos.

Fonte da notícia: CNBB

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Você conhece os dons do Espírito Santo?


sete dons espirito santo pentecostes igreja catolica jesus cristo

50 dias após a ressurreição (Páscoa), Jesus cumpre sua promessa, enviando o Espírito Santo sobre os Apóstolos. O Espírito Santo é a ação de Deus em favor da vida. Cheios do Espírito, os discípulos saíram para anunciar a boa nova. No Sacramento do Batismo e no da Crisma recebemos, como os Apóstolos, o Paráclito e seus 7 dons para continuar a obra evangelizadora do Senhor.
OS SETE DONS DO ESPÍRITO SANTO SÃO:

SABEDORIA
É o dom de perceber o certo e o errado, o que favorece e o que prejudica o projeto de Deus. Por este dom buscamos não as vantagens deste mundo, mas o Bem Supremo da vida, que nos enche o coração de paz e nos faz felizes. Diz o Senhor: "Feliz o homem que encontrou a sabedoria… Ela é mais valiosa do que as pérolas" (Cf. Pr 3,13-15).
ENTENDIMENTO
É o dom divino que nos ilumina para aceitar as verdades reveladas por Deus. Mesmo não compreendendo o mistério, entendemos que ali está a nossa salvação, porque procede de Deus, que é infalível. O Senhor disse: "Eu lhes darei um coração capaz de me conhecer e de entender que Eu sou o Senhor" (Jr 24,7).
CONSELHO
É o dom de saber discernir caminhos e opções, de saber orientar e escutar, de animar a fé e a esperança da comunidade. Mas o Senhor disse-lhe: "Não te deixes impressionar pelo seu belo aspecto, porque eu o rejeitei. O que o homem vê não é o que importa: o homem vê a face, mas o Senhor vê o coração" (1 Sm 16,7).
CIÊNCIA
É o dom de saber interpretar e explicar a Palavra de Deus. Por este dom, o Espírito Santo nos revela interiormente o pensamento de Deus sobre nós, pois "os mistérios de Deus ninguém os conhece, a não ser o Espírito Santo" (1 Cor 2,10-15).
PIEDADE
É o dom de estar sempre aberto à vontade de Deus, procurando agir como Jesus agiria e identificando no próximo o rosto de Cristo. É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. "O Reino de Deus não consiste em comida e bebida, mas é justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14,17).
FORTALEZA
É o dom de resistir às seduções, de ser coerente com o Evangelho, de enfrentar riscos na luta por justiça, de não temer o martírio. São Paulo confiava no dom da fortaleza. Ele disse: "Se Deus está conosco, quem será contra nós?" (Rm 8,31).
TEMOR DE DEUS
Não quer dizer "medo de Deus", mas medo de ofender a Deus. Sendo Ele o nosso melhor amigo, temos o receio de não lhe estarmos retribuindo o amor que lhe é devido. Mais do que temor, é respeito e estima por Deus. "Ouve, ó Israel" O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todas as tuas forças" (Dt 6,4-5).
(fonte: www.basilicadocarmocampinas.org.br)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Porque se Crismar?

Por que se crismar?
VER
Antes de qualquer coisa, é preciso responder a algumas perguntas
O que é a Crisma?
Crisma é o sacramento que confirma o batismo.
O que acontece quando alguém é crismado?
Compromete-se com Jesus, através do Espírito Santo.
Quando Deus nos chama é preciso dar a nossa resposta a este chamado.
Crismar-se é aceitar o chamado de Deus.
Veja alguns exemplos de como isso acontece:
“Passando ao longo do mar da Galiléia, viu Simão e André, seu irmão que lançavam as redes ao
mar, pois eram pescadores. Jesus disse-lhes: ‘Segui-me e eu farei de vós pescadores de
homens’. Imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Tendo passado um pouco adiante
dali, viu Tiago, filho de Zebedeu e João, seu irmão, que estavam numa barca consertando as
redes; chamou-os logo. Eles, tendo deixado na barc seu pai Zebedeu com os empregados,
seguiram-no” (Mc 1, 16-20).
“Jonas ficou profundamente indignado com isso e dirigiu ao Senhor esta prece: ‘Há Senhor, era
bem isso que eu dizia quando estava ainda na minha terra! É por isso que eu tentei esquivar-me
fugindo para Taris’ ” (Jn 4, 1).
Há também aqueles que não aceitam o chamado do senhor:
“ Um homem de boa posição perguntou então a Jesus: ‘Bom Mestre, que devo fazer para
possuir a vida eterna?’ Jesus respondeu-lhe: ‘Por que me chamas de bom? Ninguém é bom
senão só Deus. Conheces os mandamentos: não cometerás adultério, não matarás, não furtarás,
não dirás falso testemunho, honrarás pai e mãe’. Disse ele : ‘ Tenho observado tudo isso desde a
minha juventude.’ A estas palavras Jesus falou: ‘ Ainda te falta uma coisa; vende tudo o que
tens, dá-o aos pobres, e terás uma recompensa no céu, depois vem e segue-me.’ Ouvindo isto,
ele se entristeceu, pois era muito rico.” (Lc 18, 18-23).
JULGAR
Como vimos, crismar-se é muito importante, tão importante que a crisma imprime no crismado,
a marca de CRISTÃO.
Crismar-se significa:
Decidir-se por opção própria.
Vivenciar a fé a esperança e a caridade.
Aceitar os compromissos do batismo e vivê-los.
Vivenciar a palavra de Deus.
Colocar os dons a serviço de Deus
Despojar-se
Participar da santa missa e receber a Eucaristia.
Participar do sacramento da Reconciliação.
Aprofundar o espírito de oração.
Interessar-se pela leitura meditativa do evangelho.
Engajar-se na comunidade, interessando-se por suas atividades.
Criar ambiente de amizade e fraternidade nas comunidades em que convive.
AGIR
Assuma um compromisso com Jesus.
Até o dia de sua crisma, comprometa-se com Jesus a tornar hábito em sua vida, pelo menos uma
das sugestões abaixo.
Não faltar as missa dominicais
Comungar nas missas
Confessar-se frequentemente
Assistir a pelo menos uma missa durante a semana
Fazer adoração periódica ao Santíssimo Sacramento
Trazer um amigo para a Igreja
Ler a bíblia diariamente
Rezar pelo menos duas vezes por dia
Estudar a sua religião
Rezar um terço por semana
Engajar-se em alguma pastoral